E, estando ele em Betânia, assentado à mesa,
em casa de Simão, o leproso, veio uma mulher,
que trazia um vaso de alabastro, com unguento de nardo puro,
de muito preço, e quebrando o vaso, lho derramou sobre a cabeça.
E alguns houve que em si mesmos se indignaram, e disseram:
Para que se fez este desperdício de unguento?
Porque podia vender-se por mais de trezentos dinheiros,
e dá-lo aos pobres. E bramavam contra ela.
Jesus, porém, disse: Deixai-a, por que a molestais? Ela fez-me boa obra.
Porque sempre tendes os pobres convosco, e podeis fazer-lhes bem,
quando quiserdes; mas a mim nem sempre me tendes.
Esta fez o que podia; antecipou-se a ungir o meu corpo para a sepultura.
Em verdade vos digo que, em todas as partes do mundo
onde este evangelho for pregado,
também o que ela fez será contado para sua memória.
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