Sermão do Pr. Laércio Júnior, em 2Co.3:1-6, proferido do púlpito da Paróquia do Oleiro em Caruaru - PE, no culto eucarístico da manhã de domingo, Dia do Senhor, 26/02/2023.
OUVIR ou BAIXAR A igreja precisa voltar ao primeiro amor. É a Palavra de Deus que deve dizer como as coisas são. A igreja tem perdido a essência do discipulado. Ninguém se arrepende do que não se lembra. No discipulado o aluno representa o seu mestre. O cristão não obedece por pressão ou opressão, obedece e cumpre por amor. Um dos últimos estágios da conversão é a aparência. Desde a criação Deus tinha um propósito, e ainda tem hoje, nos transformar à sua imagem. A gente quer a presença de Jesus, mas não queremos ser a presença de Jesus. Você representa a igreja que faz parte. Quando não aparentamos ser cristãos é porque não vivemos o que deveríamos viver. A igreja é enviada ao mundo para anunciar as boas novas do Evangelho. Você não é crente facultativo, você é crente eterno. A igreja tem como destino ser a carta de Cristo. A igreja tem como propósito comunicar aos perdidos que eles podem ser encontrados; aos culpados tem o propósito de comunicar que eles podem ser perdoados, aos devedores tem como propósito comunicar que essa dívida já foi paga. Um cristão é uma mente pela qual Cristo pensa, um coração pelo qual Cristo ama, uma voz pela qual Cristo fala e uma mão pela qual Cristo ajuda. (Pr. Laércio Júnior)
Começamos, porventura, outra vez a recomendar-nos a nós mesmos?
Ou temos necessidade, como alguns, de cartas de recomendação para vós outros ou de vós?
Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens,
estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério,
escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra,
mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.
E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus;
não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa,
como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus,
o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança,
não da letra, mas do espírito;
porque a letra mata,
mas o espírito vivifica.
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