sábado, 2 de setembro de 2023

A Alegria de Sofrer - 30/08/2023

    Sermão do Pr. Laércio Júnior, baseado em Romanos 8:18-25, proferido do atril da Paróquia do Oleiro em Caruaru - PE, no culto carismático da quarta-feira, 30/08/2023.
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    Muitas vezes nos colocamos diante do Senhor com uma intenção: aliviar os nossos sofrimentos. Mesmo sendo uma atitude legítima, alguns só pregam sobre esse tema e o usam aplicando de forma distorcida.Cada um tem seus problemas, seus motivos e suas dores, “Cada um sabe onde o sapato aperta.” Certamente não é prazeroso sofrer, mas o sofrimento é pedagógico. A nova vida que Jesus nos oferece, pelos seu sacrifício e ressurreição nos faz filhos por adoção, herdeiros da vida eterna, nos faz mudar a maneira de viver e sofrer, nos faz conscientes de que precisamos passar por isso. Sofremos as mesmas coisas que Jesus, como diz Paulo “para que com Ele também, sejamos glorificados. Não há glória sem sofrimento.
    Romanos 8:18-25, nos ensina que o sofrimento tem uma importância na vida dos filhos de Deus, pois:
    O sofrimento é temporário e não pode ser comparado com a glória que será revelada em nós.
    O sofrimento faz parte da condição da natureza criada, que geme e espera pela libertação da corrupção e pela manifestação dos filhos de Deus.
    O sofrimento nos faz gemer interiormente e ansiar pela nossa adoção como filhos, a redenção do nosso corpo.
    O sofrimento nos ensina a esperar com paciência o que ainda não vemos, a salvação que Deus nos prometeu.
    Portanto, o sofrimento não deve ser visto como um motivo para buscar ao Senhor apenas para aliviar nossas dores, mas como uma oportunidade para crescer na fé, na esperança e no amor. Deus está conosco em meio ao sofrimento e tem um propósito maior para nós.

Romanos 8:18-25:
    ¹⁸Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.
    ¹⁹A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus.
    ²⁰Pois a criação está sujeita à vaidade, não por sua própria vontade, mas por causa daquele que a sujeitou, ²¹na esperança de que a própria criação será libertada do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
    ²²Porque sabemos que toda a criação a um só tempo geme e suporta angústias até agora.
    ²³E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo.
    ²⁴Porque na esperança fomos salvos. Ora, esperança que se vê não é esperança. Pois quem espera o que está vendo?
    ²⁵Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos.

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